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Uma Singela Homenagem

Posted: sexta-feira, 13 de agosto de 2010 by Bans in Marcadores: , , ,
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Nada como uma boa Sexta-feira 13 para retornar ao RS com um post impactante!!!

Com pouco mais de três meses, o RS é um completo sucesso, com mais de 12000 vizualizações (ainda que a maioria massiva seja dos próprios autores utilizando sites de proxy).

No entanto, nada disso existiria se num fosse pela imaginação e criatividade de uma única pessoa: Felipe A. França - Um LINDO qualquer, mentor dessa porra toda!!

Então esse post é uma homenagem ao cara que nos disponibilizou espaço para compartilharmos nossas ideias. Ideias que divergem em muitos pontos, mas isso que dá o tempero especial ao RS.

Seguem fotos do mesmo, para apreciação geral, incluindo SEGREDOS DO PASSADO, revelados com exclusividade no final desse post!!!


Working Hard at Gym



Exibindo o físico!!


RESTROOM SESSION - A Origem de tudo!!

E como prometi uma revelação BOMBÁSTICA no início do post, preciso fazer uma pequena introdução sobre minha descoberta, conjunta com o Sr. Balbino.

Estávamos caminhando nos arredores da Augusta e da Frei Caneca, em nossa sedenta busca por álcool e diversões, quando nos deparamos com a foto que verão a seguir. Confesso que senti um choque inicial pela descoberta, mas eu entendo perfeitamente e não discrimino nosso mentor por isso. Agora divirtam-se!



SEU PUTO!!!!

O Tempo não pára

Posted: sexta-feira, 16 de julho de 2010 by Thulio23 in Marcadores: , , ,
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O que uma pessoa comum faria em uma fila quilométrica de banco, na qual você sabe que vai demorar pelo menos uns 50 minutos para você finalmente ser atendido? Normalmente ela jogaria um daqueles joguinhos ridiculos de celular, ou falaria no telefone, incomodando todo mundo a sua volta, ou simplesmente colocaria um fone de ouvido e começaria a curtir uma música, mas comigo foi diferente outro dia.

Comecei a observar bem a fila preferencial do banco e reparei que, cada vez mais, as pessoas chegam mais longe na idade, e isso me incomodou de uma maneira que eu não imaginava que aconteceria.

Será que eles chegaram nessa idade de uma maneira agradável? Será que eles aproveitaram seus 80 e todos anos de vida? Será que eles viveram a vida justamente para a longevidade?

Eu não sei o que teria acontecido na vida de todos aqueles senhores e senhoras ali, mas eu sei o que eu vou querer para a minha, e o que eu gostaria que todos pessassem igual.

Concordo que devemos dosar os nossos excessos, manter uma vida, de certa maneira, saudável, para conquistarmos uma velhice plena e longa, mas até que ponto deveremos viver sobre essa ditadura auto-imposta?

Tenho como exemplos meus dois avós paternos. Minha avó nunca fumou um cigarro, bebe e bebia muito raramente, e drogas então, nem falar sobre isso ela fala. Já meu avô, ia tomar a pinguinha dele no buteco da esquina todo dia, não largava o seu maço de cigarro, e sobre drogas ilícitas e sexo abusivo, bom, ele nunca me falou desse assunto, mas tenho quase certeza que ele tinha uma certa atração por essas coisas. Enfim, dois opostos, totalmente diferentes, que envelheceram, mudaram seus costumes e estão vivos ate hoje, os dois entre 60 e 70 anos.

Minha avó hoje tem depressão, sídrome do pânico, entre outros problemas psicológicos que mudaram completamente sua personalidade e fez dela praticamente uma hipocondríaca. Vive sozinha, se distanciou das suas amigas, e hoje em dia os únicos amigos que ela tem são a tia dela e o seu amigo/caso/seiláoque. Mas tem poucos problemas físicos, apesar dela não acreditar.

Já o meu avô quase morreu algumas vezes. Tem problemas no coração, diabéte, problema na bacia (quase não anda direito), foi obrigado a parar de fumar, de beber e de fazer tudo o que adorava antigamente. Mas mesmo assim, ele se casou de novo com uma mulher muito legal, vive viajando com ela, arruma tudo o que tem de problema em casa, e praticamente não precisa tomar nenhum remédio. Ele até hoje conta histórias da sua época, e vive sempre com um sorriso no rosto apesar de tudo.

Com certeza a minha avó vai viver muito mais, mas a que custo?

Depois de pensar muito a respeito eu cheguei a conclusão de que, não adianta viver para a longevidade, nós devemos apenas viver, aproveitando ao máximo. Não se sabe se quando sair na rua você será atropelado, e seus planos de viver para sempre acabarão. Isso parece cliché, ou alguma frase saída do filme "Sociedade dos poetas mortos", mas não deixa de ser verdade.

Mas quando digo "aproveite a vida" quero dizer aproveite mesmo, faça tudo o que der vontade (mesmo). Saia, viaje, beba, fume, divirta-se, seja o que sempre quis ser, por que não sabemos o dia de amanhã. Prefiro ter uma vida mais curta e bem aproveitada, do que uma vida longa mas cheia de monotonia e arrependimentos.

Quem sabe um dia, você terá seus 60 anos, aí vai virar para o seu neto e falar "preciso contar pra você o que eu fazia na minha época..."

Ao Dreher, com carinho.

Posted: domingo, 13 de junho de 2010 by A.balbino in Marcadores: , ,
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Estreando minha participação no blog. Nada mais justo do que um poema a quem me traz sanidade e paz de espírito.

Ao Dreher com carinho,
(Dedicado à solitária subliteratura da madrugada)


De novo a vontade de grunhir por grafite formando palavras é maior que o sono. Essa é só mais uma prova de como o ser humano, ou só eu mesmo, é ridículo.
Nos vendem uma enganação com álcool e gengibre apelidada de conhaque. Mas que caralho, isso não é conhaque. Essa merda é cirrose engarrafada.
É a morte de um órgão vital protegida por um casco de vidro.
E mesmo assim bebemos. Bebemos felizes. Como se estivéssemos deitados em flores da região francesa de mesmo nome.
Talvez...Talvez seja um privilégio do terceiro mundo, essa história de querer, poder e gostar de ser enganado conscientemente. Ou privilégio somente do mundo industrializado. Ou, diabos, provavelmente isso nem é um privilégio.
Talvez...Talvez seja um privilégio dos que pensam concretizar um texto que não será lido nem conceituado. Não, isso realmente não é um privilégio, é um direito dos que pensam. É extremamente prazeroso, um prazer seu para você, quem não pensa não merece senti-lo.
Mas quem não tem sequer duas décadas de vida, ainda não definiu a escrita. Ás vezes somos diretos demais para sermos Hemingway, sem alma demais para sermos beats, e com culhões de menos para sermos amigos de Chinasky.
No final do dia isso pouco importa, o ponto é que somos enganados. Somos enganados e gostamos. Gostamos e bebemos essa merda toda como se fosse água. Essa é só mais uma prova de como o ser humano é ridículo...ou sou só eu mesmo.

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