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A Música da Batata

Posted: segunda-feira, 9 de agosto de 2010 by A.balbino in Marcadores: ,
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Chego em casa um pouco tarde hoje e me deparo com uma proposta interessantíssima de @nicosantini: Fazer uma música em homenagem a batata. Como me dou bem escrevendo coisas, chamei-o no msn. Fizemos uma conferência em áudio e saiu um futuro hit dos luais em São Tomé das Letras.

Segue a Letra (Fico devendo o áudio, gravaremos e postaremos no 4shared esse mês ainda).

A Música da Batata
Por N. Santini e A. Balbino

Há 7 mil anos na Bolívia e no Peru
Plantavam batata pra chuchu
Os espanhóis foram até lá
Fizeram um estrago bem legal
Foram pra Europa e plantaram um batatal

Levada pro Reino Unido e pra França
Foi cultivada de Munique a Bragança
Quem não gosta é um ingrato
Pois seus pais ela alimentou
Matar a fome a batata ajudou

Fundamental com 200 anos de chegada
Hoje em dia fazem de tudo quanto é jeito
Frita, souté, gratinada e purê
Amo batata com bacon e no prato feito

Por isso eu como batata,
Frita e assada na brasa
In natura ou em lata
Eu adoro uma batata
Coma sempre batata




Pense nisso na próxima vez que passar no Baked Potato ou abrir uma lata de Pringles...

Uma década atrás...

Posted: quinta-feira, 24 de junho de 2010 by Belin in Marcadores: , , , ,
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... você jogava muito Playstation e ouvia essas músicas pra caralho. Geração Tony Hawk's Pro Skater, põe o dedo aqui!

CKY - 96 Quite Bitter Beings


De brinde essa música também lembra do tempo que Jackass era febre loucamente, e você amarrava almofadas no tórax e se jogava de cima da geladeira em cima dos seus coleguinhas..... lembra?

Primus - Jerry Was A Race Car Driver


Funk metal, wat/

Goldfinger - Superman


E quem não cantar junto é pau no cu.


Dead Kennedys - Police Truck


Let's ride, ride how we ride! -riffzinho maneiro- Let's ride, looooowride!

Rage Against The Machine - Guerrilla Radio


Uma das mais "mainstream" que tocava, uma das poucas bandas de THPS que eu não conheci por causa do THPS. Som bom.


Bad Religion - You


O foda é que o mais perto que o Greg Graffin deve ter chegado de um skate é num exemplo lecionando na UCLA. Tá, não tem nada a ver com a matéria dele, mas dá pra entender onde eu quero chegar. Som lôco.


Powerman 5000 - When Worlds Collide


Hm, o clipe parece alguma coisa que saiu de algum OUTRO jogo.... um bem escroto e bizarro. Ou uma versão dark, japonesa, e misturada com Hellraiser de O Quinto Elemento (multipass!). Mas de tão escroto é divertido! E o som é legal.

Adolescents - Amoeba


Qualquer um que tenha tido uma recaída de THPS e jogado o 3 deve ter ficado com essa música na cabeça. Os caras mandam bem pra caralho, e foi porque eu comecei a escutar essa banda e DUNADA surge essa música que eu vim aqui fazer esse post inútil. Lôoooco.

Fu Manchu - Evil Eye


E o melhor pro final. Não tanto pela música, mas pela qualidade da banda, que acabou não tendo uma projeção tão grande quanto deveria; o que aliás parece ser uma sina das bandas que caem no THPS, mesmo o jogo sendo bem popular. Fu Manchu é o bixo, e se você não gosta eu limpo a bunda com a sua playlist. (tá, não é bem assim... ou melhor, é sim. Foda-se)


Lógico, aí no meio tem um monte de Papa Roach, Millencolin, Pennywise e até Deftones (que é tipo minha mais executa no last - oe), mas não são das que mais marcaram, e essas bandas já aparecem aí na mídia o suficiente - umas até mais do que deveriam - e o que vale pra essa lista é trazer um pouquinho de nostalgia e quem sabe fazer alguém redescobrir um som que curte muito aí.

Fora matar o tempo de vadiagem, claro.

Trilha Sonora - Lado B

Posted: segunda-feira, 14 de junho de 2010 by Belin in Marcadores: , ,
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Como já disse aqui o poeta Albanietzche em mais belas e profundas palavras, música é um negócio doido do caralho. É difícil encontrar alguém hoje em dia que não se deixe mexer por alguns acordes tristes, uma letra sincera, uma batida familiar... o poder mnemônico da música é tão forte que muitos professores e cursinho e afins a sugerem como um jeito de lembrar fórmulas e equações. Mas um jeito muito mais natural e certeiro que a música tem de evocar a memória é quando ela marca grandes acontecimentos - acontece com todo mundo, e provavelmente é mais comum do que pensamos; a tal música pode dar um aperto no coração sem mesmo lembrarmos mais o porquê, num espasmo inconsciênte.

É o que faz da música tão bonito e intenso, e provavelmente a arte que eu mais aprecio. A palavra é mais forte que a espada, uma imagem vale mais que mil palavras, e a música... só ouvindo.

Tá aí, minha cópia sem-vergonha da lista do nosso querido Albanit, pra inaugurar minha participação nessa brincadeira:

- Beck - Loser: porque nem tudo sempre faz sentido, e de algum jeito, somos todos perdedores. Então foda-se, o que resta é viver sem fazer perguntas.



- Bon Jovi - Livin' on a Prayer: porque quando você tá subindo a Augusta bêbado, pós-PT, com sua alma condenada e sua moral manchada, só restam duas coisas - coxinha do BH e cantar Livin' on a Prayer.



- Coldplay - The Hardest Part / Postcards From Far Away: por um momento pra sorrir quando a chuva cair no seu rosto, porque não importa o quão difícil tudo tenha sido - valeu a pena.



- Beyoncé - Halo : tá, podem julgar, eu mereço. Mas depois de 5 dias de axé sem parar, quando você escuta isso numa balada em Porto, soa mais ou menos que nem um coro de anjos.



- A-Ha - Take On Me: porque ser brega e passar ridículo não importa nem um pouco se você tá se divertindo



- Beirut - Elephant Gun: pra lembrar que quando precisar, os amigos vão estar lá. E por uma viagem foda.



- Black Eyed Peas - I Gotta Feeling (copiando o BamBam na cara dura mesmo): um milhão de músicas podiam entrar aqui. Desde "Tchuco Gostoso", "Sou Praieiro" e "Natiruts Reggae Power" (que serviriam pra mostrar que qualidade musical não tem nada a ver com o valor associado à música) até "Pescador de Ilusões". Mas nenhuma me manda tão forte de volta pro último dia da melhor viagem da minha (e de muitas outras, com certeza) vida.



- Sublime - Santeria: por ver um nascer-do-sol em Guarulhos depois de filosofar a madrugada toda, subir um morro, deitar na grama e ver o sol voltar pra trás do horizonte..



- MGMT - Time To Pretend: pelo começo de 2009; pelas novas amizades e um jeito novo de viver, sem ter que fingir mais nada - e por uma nostalgia que machuca um pouco, porque provavelmente a vida nunca mais vai ser tão natural (I'll miss the playgrounds and the animals and digging up worms...)



- Pink Floyd - Wish You Were Here: porque essa música foi presente em muitas fases, de muitos jeitos... e por ser linda sem limites.



- Queen - Bohemian Rhapsody: outra roubada do Bam. Mas essa é óbvia e não pode faltar... por me lembrar que eu tenho um punhado de amigos sensacionais que vão estar sempre prontos pra um cigarro, pra uma breja, prum churrasco... :)



- The Cure - Lovesong: pela pessoa que me completa, não só por ser amante, mas por ser amiga acima de tudo.



- Weezer - Say It Ain't So: porque não me deixa esquecer de tudo o que me fez.



e vou admitir que deixei essa pro final de propósito

- Lynyrd Skynyrd (Deftones) - Simple Man: porque ser feliz é simplesmente uma escolha. Porque um dia eu vi um indigente todo fodido com um saco na cabeça num dia de chuva dando comida pras pombas com um sorriso enorme no rosto. Porque as coisas simples da vida são as que me emocionam, as que me fazem contemplar. Pra me lembrar de acordar todo o dia com um sorriso no rosto, porque a pergunta não é "Por que?", e sim "Por que não?".



Se você chegou até aqui, parabéns, passou por um grande momento pau no cu meu. Mas fazer o que, um dia eu precisava escrever aqui..

Trilha Sonora

Posted: sábado, 12 de junho de 2010 by Albanietzsche in Marcadores: , ,
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Todos temos momentos chave na vida que, se agrupados, formam um resumo temático dos acontecimentos mais importantes que nos moldaram como pessoas. Bem, não sei vocês, mas eu costumo relacionar cada um desses momentos a uma música específica. Não são necessariamente minhas músicas preferidas; na realidade, algumas eu raramente ouço. Mas, quando isso acontece, sempre bate aquele sentimento de peito estufado e alma cheia, pra chegar em casa e colocar aquele trechinho de "Emoções" do Roberto Carlos no subnick do msn: "Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu viiiii-viiiiiiii..."

Seguem abaixo algumas dessas músicas, não necessariamente em ordem cronológica ou de importância:

- The Shins - Caring is Creepy: por certos momentos introspectivos;



- Arctic Monkeys - Fluorescent Adolescent: pelo começo de 2009;



- Gorillaz - Feel Good Inc.: por quando eu descobri que não era tão completamente babaca;



- Móveis Coloniais de Acaju - Indiferença: por uma escola;



- Queen - Bohemian Rapsody: pelos amigos, carne, carvão e cerveja;



- Queens of the Stone Age - No One Knows: por alguns fracassos;



- Interpol - Evil: por certas abdicações e força de vontade;



- Johnny Cash - Man In Black: por uma inspiração;



- Black Eyed Peas - I Gotta Feeling: por uma senhora viagem;



- Death Cab For Cutie - Soul Meets Body: porque a fossa também faz parte;



- Aimee Mann - Save Me: por quando eu descobri o que queria na vida;



- The Beatles - With a Little Help From My Friends: porque é Beatles, porque tem esse título, porque é foda demais;



- Bob Dylan - Like A Rooling Stone: pelo conjunto do início da obra.



... e mais algumas centenas. Desculpem a viadagem, é que na hora parecia uma ótima ideia fazer esse post. Na verdade, ainda é uma puta duma boa ideia. Confesso que foi muito bom ouvir todas essas músicas novamente de uma vez enquanto escrevia.

E blog saiu do ócio e tá de cara nova.

Balanço da Virada Cultural 2010

Posted: quarta-feira, 19 de maio de 2010 by Bans in Marcadores: , ,
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Conforme prometido, a provavelmente nenhum de vocês, reles leitores, venho aqui para fazer o balanço da Virada Cultural 2010, que ocorreu no último final de semana (15 e 16 de Maio).

A Virada, que este ano completou sua sexta temporada, já é um evento fixo na agenda de muitas pessoas. Por 24 horas, as toneladas de concreto, o barulho dos carros e a correria das pessoas da Paulistânia dá espaço a muita cultura, lazer e entretenimento gratuito.

Nesse ano, a Virada registou público de 4 milhões de desocupados, que vagaram ao longo das 24 horas pelas mais de 1000 atrações presentes no evento. Independente disso, eu afirmo como um dos desocupados supracitados: TODAS as pistas por onde passei estavam LOTADAS ATÉ A ALMA. Desde Sidney Magal (com público estimado de 35 mil pessoas na Av. Vieira de Carvalho), até o show do ABBA - que eu só vi pela TV - que ABARROTOU a Júlio Prestes.


O meu balanço dessa virada - como frequentador assíduo desde 2007 - é: MÉDIO
As atrações tavam muito boas, mas os organizadores colocaram muita coisa boa em horários próximos (Living Color, Velhas Virgens e Móveis Coloniais de Acajú, por exemplo). Além disso presenciei brigas e assaltos, coisas que não vi, particularmente, nos outros anos.


Só relembrando que esse post é pessoal e intransferível, quais opiniões divergentes serão analisadas e levadas em conta (ou não).

A Vida Musical de Josh Homme

Posted: sábado, 1 de maio de 2010 by Albanietzsche in Marcadores:
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Existem dois tipos de pessoas na Terra: as que acham que Josh Homme é o cara mais foda de todo o universo e os idiotas. Guitarrista, vocalista, baterista, produtor... enfim, um faz-tudo musical de quase 2 metros de altura, ruivo, drogado e com cara de quem tem Síndrome de Down.

Nascido Joshua Michael Homme, em 1973, na Califórnia, se tornou antes dos 40 uma lenda viva do rock. Vamos então entender o porquê. Segue abaixo um pequeno dossiê musical desse cara, e, se após lê-lo, você não se interessar por nada... bem, espero que você morra.

- Kyuss: formada em Palm Springs em 1989, composta por John Garcia (vocal), Josh Homme (guitarra), Chris Cockrell (baixo), Brant Björk (bateria) e Nick Olivieri (guitarra base), foi a precursora do até então desconhecido movimento que se convencionou chamar de stoner rock, característico por guitarras lentas e graves, com uma clara influência do rock dos anos 70. Apesar de nunca ter atingindo o sucesso do grande público, chamou a atenção para seu guitarrista, Homme, que, com apenas 18 anos, tocava em um estilo original com seu instrumento ligado a um amplificador de baixo. Foi desfeita em 1995, e seus integrantes deram origem a uma série de bandas ajudaram a popularizar o stoner rock. Durante seu período de atividade, lançaram 4 álbuns de estúdio (Wretch, Blues for the Red Sun, Welcome to Sky Valley e ...And the Circus Leaves the Town), uma coletânea, e diversos EP's.



- Screaming Trees: após o fim do Kyuss, Josh Homme se juntou ao Screamig Trees, ao lado dos integrantes Mark Lanegan, Van Conner e Gary Lee Conner, durante as turnês de 1996 e 1998, enquanto trabalhava paralelamente em outros projetos musicais. O vocalista Mark Lannegan ainda viria a trabalhar com Homme mais tarde por duas vezes.



- Desert Sessions: de 1997 a 2003, Josh Homme realizou algumas sessões experimentais de estúdio com a participação de dezenas de músicos diferentes, no deserto de Palm Springs (daí o nome Desest Sessions, e sim, eu me inspirei nisso para o nome desse blog). Entre os convidados estavam nomes como PJ Harvey, Chris Cornell (Audioslave, Soungarden), Jesse Hughes (Eagles of Death Metal), Brant Björk (Kyuss, Fu Manchu), Chris Goss (Masters of Reality), entre outros. Muitas das músicas surgidas aí foram regravadas pelas bandas dos participantes.



- Queens Of The Stone Age: dispensa apresentações. A banda, formada em 1997, que alçou Homme ao estrelato. Dessa vez, ele assumiu o posto de vocalista e guitarrista, e está atualmente ao lado de Troy Van Leewuen (guitarra, baixo e lap steel), Joey Castillo (bateria), Michael Shuman (baixo) e Dean Fertita (teclado). Entre os músicos que já passaram pela banda, estão Nick Olivieri (ex-Kyuss, baixo, de 1998 a 2004), Mark Lannegan (ex-Sreaming Trees, vocal, de 2001 a 2005), Natasha Shneider (ex-Eleven, teclado e vocal, de 2005 a 2006) e até mesmo Dave Grohl (ex-Nirvana e atual Foo Fighters, bateria, no ano de 2002). Dona de uma consistência impressionante na música, lançou desde sua formação 5 excelentes álbuns (Queens of The Stone Age, Rated R, Lullabies to Paralyze, Songs for the Deaf e Era Vulgaris), foi indicada ao prêmio Grammy e vem lotando shows por onde passa.



- Mondo Generator: dona de um som que mescla punk e stoner rock, a banda foi formada por seu líder, baixista e vocalista, Nick Olivieri, em 1997, contando com a presença de seu até então amigo Josh Homme. No período de 1997 a 2003, a banda lançou apenas 2 álbuns (Cocaine Rodeo e A Drug Problem That Never Existed), devido ao tempo que seus integrantes dedicavam ao Queens Of The Stone Age. Após a expulsão de Olivieri do QotSA, ele anuncia, em 2004, o retorno da banda (sem Homme, é claro).



- Masters of Reality: banda que possui um dono: o ex-produtor do Kyuss Chris Goss. Com integrantes quase rotativos (incluindo um período com o lendário baterista do Cream, Ginger Baker), teve a passagem de Josh Homme no período de 2001 a 2002 como vocalista e guitarrista, para a gravação do álbum de estúdio Deep in the Hole e do ao vivo Fleak 'n' Flight.



- Eagles of Death Metal: banda de garage rock com um toque irreverente formada em 1998 durante uma das Desert Sessions, que tem como líder o vocalista e guitarrista Jesse Hughes. Dessa vez, Josh Homme assumiu o posto de baterista, e se reúne com a banda de tempos em tempos para gravações em estúdio e apresentações ao vivo. Já lançaram 3 álbuns: Peace, Love, Death Metal (2004), Death by Sexy (2006) e Heart On (2008).



- Them Crooked Vultures: uma super-banda do século XXI. Formada por nada mais nada menos do que Josh Homme (vocal e guitarra), Dave Grohl (ex-Nirvana e atual Foo Fighters, bateria) e John Paul Jones (ex-Led Zeppelin, baixo), lançou seu primeiro e excelente álbum no final de 2009 e já conquistou uma legião de fãs (eu entre eles).



Bem, já chega. Acho que é isso, se eu não for contar as produções que ele fez, como o álbum Humbug, do Arctic Monkeys, por exemplo - o melhor da banda, diga-se de passagem. Leve essa lição pra sua vida: se tem o nome Josh Homme envolvido, pode parar pra ouvir porque é bom.

Slash Returns

Posted: domingo, 25 de abril de 2010 by Thulio23 in Marcadores:
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E saiu o álbum solo do ex-guitarrista do Guns n' Roses, Slash. Ele vem acompanhado de muito artistas, entre eles Dave Grohl (Foo Fighters), Adam Levine (Maroon 5), Andrew Stockdale (Wolfmother), Iggy Pop, Ozzy Osbourne, Chris Cornell, entre outros grandes artistas da atualidade.

Slash tentou fazer algo no estilo de Santana, chamando amigos para cantar suas músicas enquanto ele "apenas" faz solos inacreditáveis em sua guitarra. O mais incrível é que mesmo transitando entre os mais diversos estilos de quem o acompanha, ele ainda consegue manter a sua identidade. Por exemplo, quando ele toca "I hold on", com Kid Rock, Slash se trnasforma em um guitarrista country, mas sempre com solos desconsertantes que lembram a sua época de Guns n' Roses e Velvet Revolver.

Se Slash continuar a seguir tão bem sozinho, ele continuará brilhando por muito e muito tempo.

Recomendo que ouçam essa obra de arte que é seu álbum de estreia homônimo: "Slash"!

Playing for Change

Posted: segunda-feira, 12 de abril de 2010 by Albanietzsche in Marcadores: ,
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A Playing for Change Foundation é um "movimento multimídia criado para inspirar, conectar e trazer paz ao mundo através da música" (tradução livre do site oficial). Para tanto, seus idealizadores fornecem um local, instrumentos de primeira qualidade, projetos educacionais e o que mais for preciso para que músicos independentes de várias partes do mundo tenham a infraestrutura necessária para mostrarem seus trabalhos.

Além disso, com o dinheiro arrecadado nas doações e com o apoio do Concord Music Group, a fundação banca projetos sociais nas comunidades de onde vêm seus músicos, desde escolas de educação musical e tecnologia na África até centros para refugiados tibetanos na Índia e no Nepal.

E, mesmo que não soubéssemos de todo esse contexto, uma iniciativa que reúne músicos de rua de dez países diferentes cantando esse belíssima versão de "Stand by me" merece no mínimo nosso respeito e uma conferida:

Música: Jimi Hendrix / John Mayer

Posted: domingo, 4 de abril de 2010 by Albanietzsche in Marcadores:
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Com o lançamento de Valleys Of Neptune (download aqui), álbum com 12 faixas até então não lançadas comercialmente do Jimi Hendrix, voltou à moda ouvir esse tio novamente. Foi o que aconteceu comigo pelo menos, que voltei a escutar tudo o que eu tinha salvo dele aqui depois de vários meses. Só que, ironicamente, mais do que Jimi Hendrix, o artista que eu mais ouvi por causa desse lançamento foi John Mayer. O porquê? Bem, ele fez algumas regravações ótimas do Jimi, como "The Wind Cries Mary", mas a versão dele de "Bold As Love", em minha opinião, superou a original (ok, me chamem de herege), e acabou virando minha trilha sonora para pegar o metrô lotado de manhã.

Poucos vão concordar comigo, mas vai... mesmo se não for melhor do que a original, essa versão está longe de ser ruim:

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